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Química Industrial OnLine 703 - 3/7/2015
PETROBRAS

Corte de 37% no Plano de Negócios até 2019

A Petrobras anunciou cortes em seu Plano de Negócios para o período 2015/2019 e investirá US$ 130,3 bilhões, uma redução de 37% na comparação com o plano estratégico anterior (2014/2018). As diretrizes traçadas pelo documento mostram que a estatal decidiu se concentrar principalmente na produção do Pré-Sal, deixando a área de exploração com as obrigações mínimas previstas nos contratos e a área de abastecimento em compasso de espera, com poucos recursos destinados à Rnest e ao Comperj, concentrando a maior parcela dos aportes em manutenção. A produção de óleo até 2020 também será impactada, com a projeção caindo de 5,3 milhões de barris de óleo equivalente no plano anterior para 3,7 milhões neste. A Companhia anunciou também nova previsão de desinvestimentos avaliada em US$ 42,6 bilhões no biênio 2017/2018. A área de E&P ficou com 83% dos recursos previstos, somados em US$ 108,6 bilhões, sendo que a maior parte disso (86%) será destinada ao desenvolvimento da produção, restando apenas 11% para exploração e 3% para suporte operacional. “Serão destinados US$ 64,4 bilhões a novos sistemas de produção no Brasil, dos quais 91% no Pré-Sal. Na atividade de exploração no País, os investimentos estão concentrados no Programa Exploratório Mínimo de cada bloco”, afirma a Petrobras no comunicado. A área de abastecimento ficou com menos de 10% do total de investimentos do plano, somando US$ 12,8 bilhões, sendo que US$ 1,3 bilhão desse montante será direcionado à distribuição. O corte nesta área deve afetar as projeções do Comperj e do segundo trem de refino da Rnest, que ainda dependem de grandes aportes para o avanço das obras, mas ficarão com apenas 21% (cerca de US$ 2,7 bilhões) desse montante. A maior parte dos recursos (69%) será voltada à manutenção e infraestrutura. A área de Gás e Energia receberá apenas 5% dos investimentos, somando US$ 6,3 bilhões, com destaque para os gasodutos de escoamento do gás do Pré-Sal e suas respectivas unidades de processamento (UPGNs), enquanto US$ 2,6 bilhões serão destinados às “demais áreas”. O índice de endividamento da estatal prevê agora o retorno da alavancagem às seguintes metas: alavancagem líquida inferior a 40% até 2018 e a 35% até 2020, e endividamento líquido/EBITDA inferior a 3,0x até 2018 e a 2,5x até 2020. O Plano de Negócios traz três premissas para sua concretização: preços dos derivados no Brasil com paridade de importação; Preço do Brent (médio): US$ 60/bbl em 2015 e US$ 70/bbl no período 2016-2019; e Taxa de câmbio (média) variando de R$/US$ 3,10 em 2015 a R$/US$ 3,56 em 2020.


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