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Química Industrial OnLine 665 - 17/9/2014
COMPERJ

Operação da refinaria só em fins de 2016

Com a desistência, e até mesmo a quebra, de algumas empresas contratadas, a refinaria do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), orçada em US$ 13,2 bilhões, pode sofrer novo atraso em seu cronograma. A Petrobras mantém o início das operações previsto para agosto de 2016 (mesma data estipulada pelo PAC), mas o Governo dá sinais que o projeto pode atrasar. Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2023, cuja versão preliminar foi divulgada pela Empresa de Pesquisa Energética e pelo Ministério de Minas e Energia na primeira quinzena de setembro, a refinaria do Comperj deve entrar em funcionamento apenas em dezembro de 2016. “O projeto da refinaria de petróleo do Comperj em Itaboraí (RJ) originalmente foi projetado para a produção de derivados petroquímicos. Entretanto, o empreendimento foi revisto e será constituído por dois módulos – o primeiro entrará em operação em dezembro de 2016 e o segundo, em janeiro de 2014”, informa o plano divulgado pelo Governo. De acordo com fornecedoras da Petrobras, o atraso poderá ser maior, já que a estatal fará três novas licitações para execução de serviços remanescentes de obras abandonadas por empresas que desistiram dos contratos. As desistências foram motivadas principalmente por questões financeiras causadas por divergências nos aditivos contratuais entre as contratadas e a Petrobras. As novas licitações são para construção e montagem do sistema de flare, torre de resfriamento e prédio administrativo ; construção e montagem das interligações e tancagem e construção e montagem do Centro Integrado de Controle (CIC).


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